{"id":723,"date":"2019-05-03T07:30:15","date_gmt":"2019-05-03T10:30:15","guid":{"rendered":"https:\/\/labea.ufpr.br\/caocomunitario\/?page_id=723"},"modified":"2021-09-15T22:03:18","modified_gmt":"2021-09-16T01:03:18","slug":"legislacao","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/labea.ufpr.br\/caocomunitario\/legislacao\/","title":{"rendered":"Leis e Normas"},"content":{"rendered":"<h5 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #008000;\">\u00a0\u00a0\u00a0<\/span><\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #008000;\"><span style=\"color: #262424;\">\u00a0Reunimos aqui algumas legisla\u00e7\u00f5es importantes para o programa c\u00e3o comunit\u00e1rio e o bem-estar animal. <\/span><\/span><\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #008000;\"><span style=\"color: #262424;\">Clique nos t\u00f3picos e nas leis para saber mais<\/span><\/span><\/h5>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<details open=\"open\">\n<summary><span style=\"color: #000000;\"><strong>C\u00e3o Comunit\u00e1rio\u00a0<\/strong><\/span><\/summary>\n<hr \/>\n<details open=\"open\">\n<summary><span style=\"color: #000080;\">Paran\u00e1 [Lei 17.422\/2012];<\/span><\/summary>\n<ul>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ul>[&#8230;]<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Art. 7\u00ba. O animal reconhecido como comunit\u00e1rio ser\u00e1 recolhido, esterilizado, identificado, registrado e devolvido \u00e0 comunidade de origem.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Art. 8\u00ba. Para efeito desta Lei considera-se:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">I \u2013 animal comunit\u00e1rio: aquele que estabelece com a comunidade em que vive la\u00e7os de depend\u00eancia e de manuten\u00e7\u00e3o, ainda que n\u00e3o possua respons\u00e1vel \u00fanico e definido;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">II \u2013 cuidador: membro da comunidade em que vive o animal comunit\u00e1rio e que estabelece la\u00e7os de cuidados com o mesmo.<\/span><\/p>\n<\/details>\n<details open=\"open\">\n<summary><span style=\"color: #000080;\">Rio Grande do Sul [Lei 13.193\/2009];<\/span><\/summary>\n<ul>Art. 4\u00ba [&#8230;]<\/ul>\n<p><span style=\"color: #171313;\">\u00a7 1\u00ba O animal reconhecido como comunit\u00e1rio ser\u00e1 esterilizado, identificado, registrado e devolvido \u00e0 comunidade de origem, salvo nas situa\u00e7\u00f5es j\u00e1 previstas na presente Lei.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">\u00a7 2\u00ba Para efeitos desta Lei, considera-se animal comunit\u00e1rio aquele que estabelece com a comunidade em que vive la\u00e7os de depend\u00eancia e de manuten\u00e7\u00e3o, ainda que n\u00e3o possua respons\u00e1vel \u00fanico e definido.<\/span><\/p>\n<\/details>\n<details open=\"open\">\n<summary><span style=\"color: #000080;\">Pernambuco [Lei 14.139\/2010];<\/span><\/summary>\n<ul>[&#8230;]<\/ul>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Art. 7\u00ba Caso o c\u00e3o venha a ser um animal comunit\u00e1rio, para os fins desta Lei \u00e9 o c\u00e3o que estabelece com uma determinada comunidade la\u00e7os de depend\u00eancia e manuten\u00e7\u00e3o, embora n\u00e3o possua respons\u00e1vel \u00fanico e definido, ser\u00e1 esterilizado e registrado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Par\u00e1grafo \u00fanico. O c\u00e3o comunit\u00e1rio poder\u00e1 ser devolvido \u00e0 comunidade de origem mediante a assinatura de termo integral de responsabilidade por um cuidador principal.<\/span><\/p>\n<\/details>\n<details open=\"open\">\n<summary><span style=\"color: #000080;\">Rio de Janeiro [Lei 4.956\/2008];<\/span><\/summary>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Art. 1\u00b0 Fica considerado como animal comunit\u00e1rio aquele que, apesar de n\u00e3o ter propriet\u00e1rio definido e \u00fanico, estabeleceu com membros da popula\u00e7\u00e3o do local onde vive v\u00ednculos de afeto, depend\u00eancia e manuten\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Art. 2\u00b0 Ficam estabelecidas normas de identifica\u00e7\u00e3o, controle e atendimento a animais comunit\u00e1rios, na forma prevista nesta Lei.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Art. 3\u00b0 O animal comunit\u00e1rio dever\u00e1 ser mantido no local onde se encontra, sob os cuidados do \u00d3rg\u00e3o Municipal para este fim apontado e cujas atribui\u00e7\u00f5es est\u00e3o relacionadas a seguir:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">I- prestar atendimento m\u00e9dico veterin\u00e1rio gratuito;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">II- realizar esteriliza\u00e7\u00e3o gratuita conforme disposto na Lei n\u00ba 3.739, de 30 de abril de 2004;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">III- proceder \u00e0 identifica\u00e7\u00e3o a ser feita por meio de cadastro renov\u00e1vel anualmente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Art. 4\u00b0 Ser\u00e3o respons\u00e1veis-tratadores do animal comunit\u00e1rio aqueles membros da comunidade que com ele tenham estabelecido v\u00ednculos de afeto e depend\u00eancia rec\u00edproca e que para tal fim se disponham voluntariamente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Par\u00e1grafo \u00fanico. Os respons\u00e1veis-tratadores ser\u00e3o cadastrados pelo org\u00e3o supra-citado e receber\u00e3o crach\u00e1 do qual constar\u00e1 qualifica\u00e7\u00e3o completa e logotipo da Prefeitura do Rio de Janeiro.<\/span><\/p>\n<\/details>\n<details open=\"open\">\n<summary><span style=\"color: #000080;\">S\u00e3o Paulo [Lei 12.916\/2008];<\/span><\/summary>\n<ul>Art. 4\u00ba [&#8230;]<\/ul>\n<p><span style=\"color: #171313;\">I \u2013 O animal reconhecido como comunit\u00e1rio ser\u00e1 recolhido para fins de esteriliza\u00e7\u00e3o, registro e devolu\u00e7\u00e3o \u00e0 comunidade de origem, ap\u00f3s identifica\u00e7\u00e3o e assinatura de termo de compromisso de seu cuidador principal.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">II \u2013 Para efeitos desta lei considera-se \u201cc\u00e3o comunit\u00e1rio\u201d aquele que estabelece com a comunidade em que vive la\u00e7os de depend\u00eancia e de manuten\u00e7\u00e3o, embora n\u00e3o possua respons\u00e1vel \u00fanico e definido.<\/span><\/p>\n<\/details>\n<\/details>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<details open=\"open\">\n<summary><span style=\"color: #000000;\"><b>Prote\u00e7\u00e3o animal<\/b><\/span><\/summary>\n<hr \/>\n<details open=\"open\">\n<summary><span style=\"color: #000080;\">Decreto-Lei N\u00ba 24.645\/1934;<\/span><\/summary>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Art. 1\u00ba Todos os animais existentes no Pa\u00eds s\u00e3o tutelados do Estado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Art. 2\u00ba Aquele que, em lugar p\u00fablico ou privado, aplicar ou fizer aplicar maus tratos aos animais, incorrer\u00e1 em multa de 20$000 a 500$000 e na pena de pris\u00e3o celular de 2 a 15 dias, quer o delinquente seja ou n\u00e3o o respectivo propriet\u00e1rio, sem preju\u00edzo da a\u00e7\u00e3o civil que possa caber.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">\u00a7 1\u00ba A crit\u00e9rio da autoridade que verificar a infra\u00e7\u00e3o da presente lei, ser\u00e1 imposta qualquer das penalidades acima institu\u00eddas, ou ambas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">\u00a7 2\u00ba A pena a aplicar depender\u00e1 da gravidade do delito, a ju\u00edzo da autoridade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">\u00a7 3\u00ba Os animais ser\u00e3o assistidos em ju\u00edzo pelos representantes do Minist\u00e9rio P\u00fablico, seus substitutos legais e pelos membros das sociedades protetoras de animais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Art. 3\u00ba Consideram-se maus tratos:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">I \u2013 praticar ato de abuso ou crueldade em qualquer animal;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">II \u2013 manter animais em lugares anti-higi\u00eanicos ou que lhes impe\u00e7am a respira\u00e7\u00e3o, o movimento ou o descanso, ou os privem de ar ou luz;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">III \u2013 obrigar animais a trabalhos excessivos ou superiores \u00e1s suas for\u00e7as e a todo ato que resulte em sofrimento para deles obter esfor\u00e7os que, razoavelmente, n\u00e3o se lhes possam exigir sen\u00e3o com castigo;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">IV \u2013 golpear, ferir ou mutilar, voluntariamente, qualquer \u00f3rg\u00e3o ou tecido de economia, exceto a castra\u00e7\u00e3o, s\u00f3 para animais dom\u00e9sticos, ou opera\u00e7\u00f5es outras praticadas em beneficio exclusivo do animal e as exigidas para defesa do homem, ou no interesse da ci\u00eancia;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">V \u2013 abandonar animal doente, ferido, extenuado ou mutilado, bem como deixar de ministrar-lhe tudo o que humanitariamente se lhe possa prover, inclusive assist\u00eancia veterin\u00e1ria;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">[\u2026]<\/span><\/p>\n<\/details>\n<details open=\"open\">\n<summary><span style=\"color: #000080;\">Lei Brasileira N\u00ba 9.605\/1998;<\/span><\/summary>\n<ul>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ul>Cap\u00edtulo V [&#8230;]<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, dom\u00e9sticos ou domesticados, nativos ou ex\u00f3ticos:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Pena \u2013 deten\u00e7\u00e3o, de tr\u00eas meses a um ano, e multa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">\u00a7 1\u00ba Incorre nas mesmas penas quem realiza experi\u00eancia dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins did\u00e1ticos ou cient\u00edficos, quando existirem recursos alternativos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">\u00a7 2\u00ba A pena \u00e9 aumentada de um sexto a um ter\u00e7o, se ocorre morte do animal.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">[\u2026]<\/span><\/p>\n<\/details>\n<details open=\"open\">\n<summary><span style=\"color: #000080;\">Decreto-Lei n\u00ba6.514\/2008,<\/span><\/summary>\n<ul>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ul>Cap\u00edtulo 1<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Art. 29. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, dom\u00e9sticos ou domesticados, nativos ou ex\u00f3ticos:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Multa de R$ 500,00 (quinhentos reais) a R$ 3.000,00 (tr\u00eas mil reais) por indiv\u00edduo.<br \/>\n<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">[\u2026]<\/span><\/p>\n<\/details>\n<details open=\"open\">\n<summary><span style=\"color: #000080;\">Resolu\u00e7\u00e3o CFMV [N\u00ba 1236\/2018};<\/span><\/summary>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Define e caracteriza crueldade, abuso e maus-tratos contra animais vertebrados, disp\u00f5e sobre a conduta de m\u00e9dicos veterin\u00e1rios e zootecnistas e d\u00e1 outras provid\u00eancias. <\/span><\/p>\n<\/details>\n<details open=\"open\">\n<summary><span style=\"color: #000080;\">Constitui\u00e7\u00e3o Brasileira [Art 225\/1988];<\/span><\/summary>\n<ul>Art. 225. \u00a7 1\u00ba [&#8230;]<\/ul>\n<p><span style=\"color: #171313;\">VII &#8211; proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as pr\u00e1ticas que coloquem em risco sua fun\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica, provoquem a extin\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies ou submetam os animais a crueldade.<\/span><\/p>\n<\/details>\n<details open=\"open\">\n<summary><span style=\"color: #000080;\">Resolu\u00e7\u00e3o CFMV [N\u00ba 877\/2008];<\/span><\/summary>\n<ul>Cap\u00edtulo IV<\/ul>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Art. 7\u00ba Ficam proibidas as cirurgias consideradas desnecess\u00e1rias ou que possam impedir a capacidade de express\u00e3o do comportamento natural da esp\u00e9cie, sendo permitidas apenas as cirurgias que atendam as indica\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">\u00a7 1\u00ba S\u00e3o considerados procedimentos proibidos na pr\u00e1tica m\u00e9dico-veterin\u00e1ria: conchectomia e cordectomia em c\u00e3es e, onicectomia em felinos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">\u00a7 2\u00ba A caudectomia \u00e9 considerada um procedimento cir\u00fargico n\u00e3o recomend\u00e1vel na pr\u00e1tica m\u00e9dico-veterin\u00e1ria.<\/span><\/p>\n<\/details>\n<details open=\"open\">\n<summary><span style=\"color: #000080;\">Paran\u00e1 [Lei 14.037\/2003];<\/span><\/summary>\n<ul>[&#8230;]<\/ul>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Art. 2\u00ba. \u00c9 vedado:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">I \u2013 ofender ou agredir fisicamente os animais, sujeitando-os a qualquer tipo de experi\u00eancia capaz de causar-lhes sofrimento, humilha\u00e7\u00e3o ou dano, ou que, de alguma forma, provoque condi\u00e7\u00f5es inaceit\u00e1veis para sua exist\u00eancia;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">II \u2013 manter animais em local desprovido de asseio, ou que n\u00e3o lhes permita a movimenta\u00e7\u00e3o e o descanso, ou que os prive de ar e luminosidade;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">III \u2013 obrigar animais a trabalhos extenuantes ou para cuja execu\u00e7\u00e3o seja necess\u00e1ria uma for\u00e7a superior \u00e0 que possuem;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">IV \u2013 impingir morte lenta ou dolorosa a animais cujo sacrif\u00edcio seja necess\u00e1rio para o consumo. O sacrif\u00edcio de animais somente ser\u00e1 permitido nos moldes preconizados pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">V \u2013 exercer a venda ambulante de animais para menores desacompanhados por respons\u00e1vel legal;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">VI \u2013 enclausurar animais com outros que os molestem ou aterrorizam;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">[\u2026]<\/span><\/p>\n<\/details>\n<details open=\"open\">\n<summary><span style=\"color: #000080;\">Curitiba [Lei 13.908\/2012];<\/span><\/summary>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Art. 1\u00ba Fica proibida, no Munic\u00edpio de Curitiba, a pr\u00e1tica de maus-tratos contra animais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Art. 2\u00ba Para os efeitos desta lei entende-se por maus-tratos contra animais toda e qualquer a\u00e7\u00e3o decorrente de imprud\u00eancia, imper\u00edcia ou ato volunt\u00e1rio e intencional, que atente contra sua sa\u00fade e necessidades naturais, f\u00edsicas e mentais, conforme estabelecido nos incisos abaixo:<\/span><\/p>\n<\/details>\n<details open=\"open\">\n<summary><span style=\"color: #000080;\">Pinhais [Lei 1.356\/2012];<\/span><\/summary>\n<ul>[&#8230;]<\/ul>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Art. 3\u00ba \u00c9 vedado o abandono de animais em vias e logradouros p\u00fablicos do Munic\u00edpio ou local privado, bem como os maus tratos ou a pr\u00e1tica de qualquer ato que acarrete viol\u00eancia ou sofrimento para o animal, deixando de ministrar-lhe seguran\u00e7a, inclusive assist\u00eancia veterin\u00e1ria.<\/span><\/p>\n<\/details>\n<\/details>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<details open=\"open\">\n<summary><span style=\"color: #000000;\"><b>Abandono<\/b><\/span><\/summary>\n<hr \/>\n<details open=\"open\">\n<summary><span style=\"color: #000080;\">Curitiba [Lei 13.908\/2012];<\/span><\/summary>\n<ul>Art. 2\u00ba [&#8230;]<\/ul>\n<p><span style=\"color: #171313;\">IV \u2013 abandon\u00e1-los, em quaisquer circunst\u00e2ncias;<\/span><\/p>\n<\/details>\n<details open=\"open\">\n<summary><span style=\"color: #000080;\">Pinhais [Lei 1.356\/2012];<\/span><\/summary>\n<ul>[&#8230;]<\/ul>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Art. 3\u00ba \u00c9 vedado o abandono de animais em vias e logradouros p\u00fablicos do Munic\u00edpio ou local privado, bem como os maus tratos ou a pr\u00e1tica de qualquer ato que acarrete viol\u00eancia ou sofrimento para o animal, deixando de ministrar-lhe seguran\u00e7a, inclusive assist\u00eancia veterin\u00e1ria.<\/span><\/p>\n<\/details>\n<\/details>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<details open=\"open\">\n<summary><span style=\"color: #000000;\"><strong>Proibi\u00e7\u00e3o de matan\u00e7a para controle populaciona<\/strong><\/span><strong style=\"color: #000000;\">l<\/strong><\/summary>\n<hr \/>\n<details open=\"open\">\n<summary><span style=\"color: #000080;\">Paran\u00e1 [Lei 17.422\/2012];<\/span><\/summary>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Art. 1\u00ba. Fica vedado, no \u00e2mbito do Estado do Paran\u00e1, o exterm\u00ednio de c\u00e3es e gatos para fins de controle de popula\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<\/details>\n<details open=\"open\">\n<summary><span style=\"color: #000080;\">Pinhais [Lei 1.356\/2012];<\/span><\/summary>\n<ul>[&#8230;]<\/ul>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Art. 12 \u00c9 proibida a eutan\u00e1sia de c\u00e3es e gatos como m\u00e9todo de controle populacional.<\/span><\/p>\n<\/details>\n<\/details>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<details open=\"open\">\n<summary><span style=\"color: #000000;\"><b>Vandalismo<\/b><\/span><\/summary>\n<hr \/>\n<p><span style=\"color: #0d0c0c;\">Os c\u00e3es e seus pertences s\u00e3o protegidos por lei! N\u00e3o estrague casinhas, potinhos e nem as sinaliza\u00e7\u00f5es sobre o Programa do C\u00e3o Comunit\u00e1rio. O programa C\u00e3o Comunit\u00e1rio \u00e9 contra qualquer tipo de vandalismo.<\/span><\/p>\n<details open=\"open\">\n<summary><span style=\"color: #000080;\">Decreto-Lei N\u00ba2.848, do C\u00f3digo Penal;<\/span><\/summary>\n<ul>\n<li style=\"list-style-type: none;\"><a name=\"vand\"><\/a>Cap\u00edtulo IV<\/li>\n<\/ul>\n<p><span style=\"color: #171313;\"><em>Dano<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Art. 163 &#8211; Destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Pena &#8211; deten\u00e7\u00e3o, de um a seis meses, ou multa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\"><em>Dano qualificado<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Par\u00e1grafo \u00fanico &#8211; Se o crime \u00e9 cometido:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">I &#8211; com viol\u00eancia \u00e0 pessoa ou grave amea\u00e7a;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">II &#8211; com emprego de subst\u00e2ncia inflam\u00e1vel ou explosiva, se o fato n\u00e3o constitui crime mais grave;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">III &#8211; contra o patrim\u00f4nio da Uni\u00e3o, de Estado, do Distrito Federal, de Munic\u00edpio ou de autarquia, funda\u00e7\u00e3o p\u00fablica, empresa p\u00fablica, sociedade de economia mista ou empresa concession\u00e1ria de servi\u00e7os p\u00fablicos;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">IV &#8211; por motivo ego\u00edstico ou com preju\u00edzo consider\u00e1vel para a v\u00edtima:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #171313;\">Pena &#8211; deten\u00e7\u00e3o, de seis meses a tr\u00eas anos, e multa, al\u00e9m da pena correspondente \u00e0 viol\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/details>\n<\/details>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0Reunimos aqui algumas legisla\u00e7\u00f5es importantes para o programa c\u00e3o comunit\u00e1rio e o bem-estar animal. Clique nos t\u00f3picos e nas leis para saber mais &nbsp; [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_mi_skip_tracking":false},"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/labea.ufpr.br\/caocomunitario\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/723"}],"collection":[{"href":"https:\/\/labea.ufpr.br\/caocomunitario\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/labea.ufpr.br\/caocomunitario\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/labea.ufpr.br\/caocomunitario\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/labea.ufpr.br\/caocomunitario\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=723"}],"version-history":[{"count":85,"href":"https:\/\/labea.ufpr.br\/caocomunitario\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/723\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1869,"href":"https:\/\/labea.ufpr.br\/caocomunitario\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/723\/revisions\/1869"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/labea.ufpr.br\/caocomunitario\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=723"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}